Vanya Fernandes
Fotos Cauê Moreno/Ag. IstoÉ

Em breve, Carol Castro será vista montada em búfalos. Sua personagem na próxima novela das seis da Globo, Amor Eterno Amor, será uma meiga artesã marajoara, expert em peças de couro, criada entre cavalos na Ilha de Marajó.  Enquanto a novela de Elizabeth Jihn não está no ar, a Carol da vida real descansa sob sol de Jurerê Internacional, na folga das gravações. A atriz já conhecia Florianópolis de passagem, onde esteve trabalho, mas nunca havia aportado em Jurerê. Aprovou com louvor. “O lugar é incrível. Céu azul, água azul!”, disse ela. “Gosto de sentir o vento no rosto, de mergulhar. Acredito que o mar limpa as energias ruins e o sol nos fortalece.”

Em Floripa, não ficou só no bronzeado. Assistiu ao show de Florence and the Machine, que viu pela segunda vez no Summer Soul Festival. Ali esticou até às 7h da manhã de domingo 29. Decidida a relaxar, não resistiu também  às “jam sessions” no hotel madrugada adentro, como rolou no Il Campanario Villaggio, onde estava hospedada. À tarde, lagarteou na piscina e no fim do dia pôs os pés no mar de Jurerê Internacional. Carol vinha direto das gravações na Ilha de Marajó, onde o negócio era lundum e carimbó, ritmos regionais que a atriz está aprendendo a dançar. Lá, ela viu crianças brincando com búfalos como se fossem animais de estimação; gostou tanto de andar a cavalo que quer praticar equitação e está aprendendo a costurar, já que interpretará uma artesã que faz peças de couro vegetal.

A atriz, de 27 anos, é mesmo uma mulher de extremos. Foi também à Europa recentemente. Viajou sozinha para Londres, Berlim, Praga e Budapeste. Separada desde setembro do também ator Marco Bravo, Carol é breve em seus comentários a respeito da possibilidade de um novo relacionamento amoroso. “Não estou pensando nisso agora. Estou serena. Tranquila no meu cantinho.” O cantinho em questão é sua casa em São Conrado, na zona sul do Rio, onde vive com três cachorros e dois gatos. Lá, reúne os amigos para jantares, para ouvir música ou simplesmente para jogar conversa fora. “Sou uma pessoa tranquila, fácil de lidar. Vou me soltando aos poucos. Sou como os gatos: reservada e observadora”, diz ela, enquanto se estica numa espreguiçadeira, de frente para o mar.

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